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Autismo (TEA)

Geneticista para Autismo
em Brasília e em todo o Brasil

Brasília - DFTelemedicina em todo o Brasil

Investigação genética do Transtorno do Espectro Autista (TEA) para crianças e adultos, com indicação dirigida de exames quando há benefício clínico. Atendimento presencial em Brasília e telemedicina nacional com Dr. Fabrício Maciel (CRM-DF 31124 / RQE 22393).

Avaliação genética de criança com Transtorno do Espectro Autista

O que é o Transtorno do Espectro Autista

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por diferenças persistentes na comunicação social e por padrões restritos ou repetitivos de comportamento, interesses e atividades. O diagnóstico é essencialmente clínico, feito por equipe especializada com base em entrevistas, observação direta e instrumentos padronizados.

A genética é um dos pilares da compreensão moderna do TEA. Estudos mostram que fatores genéticos contribuem de forma importante para o risco da condição — sejam variantes herdadas, variantes de novo (novas, surgidas no próprio paciente) ou síndromes monogênicas específicas, como a Síndrome do X-Frágil. Identificar a contribuição genética em cada caso pode orientar o manejo clínico, a investigação de comorbidades e o aconselhamento familiar.

A investigação genética não substitui o diagnóstico clínico do TEA nem o tratamento multidisciplinar. Ela é uma ferramenta complementar, indicada para casos selecionados, com objetivo de esclarecer a etiologia, identificar riscos associados e oferecer informação adequada à família.

Quando procurar a investigação genética no TEA

A indicação de avaliação genética é individual. Em geral, é considerada nas seguintes situações.

Quais exames genéticos podem ser indicados

A escolha do exame depende do contexto clínico, do histórico familiar e dos achados do exame físico. Os exames mais utilizados na investigação genética do TEA são:

Microarray cromossômico (CMA)

Considerado exame de primeira linha em muitos protocolos internacionais. Detecta perdas e ganhos cromossômicos (microdeleções e microduplicações) que podem ser causa de TEA, deficiência intelectual ou síndromes associadas.

Teste para Síndrome do X-Frágil (FMR1)

Investiga a expansão da repetição CGG no gene FMR1, a causa monogênica mais comum de deficiência intelectual herdada e uma causa reconhecida de TEA, especialmente em meninos.

Painel genético dirigido

Painéis com dezenas a centenas de genes associados a TEA e neurodesenvolvimento. Indicados quando há suspeita sindrômica ou quando exames anteriores foram inconclusivos.

Sequenciamento completo do exoma

Analisa simultaneamente milhares de genes. Indicado em casos complexos, com múltiplas comorbidades ou quando os exames de primeira linha não esclareceram a etiologia.

Autismo infantil e autismo adulto

Investigação no TEA infantil

Em crianças, a investigação genética é frequentemente solicitada após o diagnóstico clínico inicial, especialmente quando há comorbidades, sinais dismórficos, deficiência intelectual associada ou histórico familiar. O envolvimento dos pais e cuidadores no processo é essencial — a história familiar fornece pistas importantes para a hipótese diagnóstica e para o aconselhamento.

Investigação no TEA adulto

O diagnóstico tardio de TEA tem se tornado mais comum, principalmente em mulheres e em pessoas com apresentação clínica menos evidente. A avaliação genética no adulto pode trazer informação útil para o planejamento reprodutivo, para o rastreamento de outros familiares e para a investigação de comorbidades. A discussão prévia das expectativas é central.

Cobertura pelo plano de saúde

A DUT 110 da ANS (Diretriz de Utilização) lista doenças genéticas com cobertura obrigatória por planos de saúde no Brasil. Os exames indicados podem ser solicitados pelo convênio quando o paciente se enquadra nos critérios clínicos.

Cobertura ANS DUT 110

Painéis BRCA1/BRCA2, painel oncogenético, microarray cromossômico, exoma e outros exames podem ser cobertos quando os critérios DUT são atendidos.

Reembolso particular

Atendimento particular com recibo médico padronizado para solicitação de reembolso conforme as regras do seu plano de saúde.

Orientação personalizada

Na consulta, a viabilidade de cobertura é avaliada caso a caso e fornecemos a documentação clínica necessária.

A cobertura depende do plano contratado, dos critérios clínicos da DUT e da análise da operadora. Esta página não substitui a orientação do convênio.

Atendimento presencial e por telemedicina

Pacientes em Brasília são atendidos presencialmente no Edifício Brasil 21 (Asa Sul). Pacientes de todo o país têm acesso aos mesmos serviços por telemedicina, conforme a Resolução CFM 2.314/2022.

Atendimento presencial em Brasília

Consultas no consultório Mosaico Genética, Edifício Brasil 21, SHS Quadra 6, Bloco A, Sala 606, Asa Sul, Brasília-DF, CEP 70316-102. Exames físicos, coleta dirigida e atendimento familiar quando indicado.

Estacionamento disponível no edifício. Acesso à pessoa com deficiência.

Telemedicina em todo o Brasil

Consultas por videoconferência segura, com revisão prévia dos exames enviados pelo paciente. Ao fim da consulta o paciente recebe o plano de cuidado por escrito, com solicitação de exames quando indicado.

Disponível em todos os estados.

Perguntas frequentes sobre autismo e genética

Reunimos abaixo as principais dúvidas que famílias e pacientes adultos trazem à consulta. Casos específicos exigem avaliação individualizada.

Todo paciente com autismo deve fazer exame genético?
Não. A indicação de testes genéticos no TEA é individual e depende de sinais clínicos sugestivos de causa genética. Diretrizes nacionais e internacionais — incluindo recomendações da Academia Americana de Pediatria — sugerem investigação quando há comorbidades, sinais dismórficos, deficiência intelectual associada, regressão do desenvolvimento ou histórico familiar relevante. A decisão é tomada em conjunto, na consulta, considerando o benefício clínico para o paciente e a família.
Quais exames genéticos podem ser indicados na investigação do TEA?
Os exames mais comuns são o microarray cromossômico (CMA) — primeira linha em muitos protocolos — e o teste para Síndrome do X-Frágil (FMR1). Em casos selecionados, o painel genético dirigido ou o exoma podem ser indicados. A escolha depende do contexto clínico, do custo-benefício e da disponibilidade pelo plano de saúde ou via reembolso.
Qual a idade mínima para investigação genética do autismo?
Não há idade mínima rígida. A investigação pode ser feita logo após o diagnóstico clínico de TEA, em qualquer idade. Em crianças muito pequenas, costumamos priorizar o diagnóstico clínico funcional e a intervenção precoce, e a investigação genética é planejada conforme a evolução e os achados clínicos.
Autismo é sempre hereditário?
Não. A genética contribui de forma importante para o TEA, mas em uma parte significativa dos casos a causa identificável é uma alteração nova (de novo), não herdada dos pais. Em outros casos, há herança poligênica (múltiplos genes de pequeno efeito) ou síndromes monogênicas específicas. O exame genético ajuda a identificar a contribuição em cada caso.
Diagnóstico de autismo no adulto: vale a pena investigar geneticamente?
Em muitos casos, sim. O diagnóstico tardio é frequente, especialmente em mulheres, e o estudo genético pode trazer informações úteis sobre comorbidades, planejamento reprodutivo e rastreamento de outros familiares. A consulta avalia caso a caso o benefício clínico real da investigação.
O plano de saúde cobre exames genéticos para autismo?
Em muitos casos, sim. A DUT 110 da ANS lista doenças genéticas com cobertura obrigatória, e o microarray cromossômico (CMA) tem cobertura prevista para investigação de TEA quando os critérios clínicos são atendidos. Na consulta, avaliamos a viabilidade de cobertura e emitimos a documentação clínica necessária para a operadora.
Posso fazer a consulta por telemedicina mesmo morando fora de Brasília?
Sim. A consulta de genética para investigação de TEA é totalmente possível por telemedicina nos termos da Resolução CFM 2.314/2022. O paciente recebe o plano de cuidado por escrito e a solicitação de exames com orientação para coleta na cidade onde mora.

Quer entender a base genética do TEA no seu caso?

Agende uma consulta com o Dr. Fabrício Maciel — presencial em Brasília ou online em todo o Brasil. Em casos urgentes, fale por WhatsApp.

Última revisão: . Conteúdo escrito e revisado por Dr. Fabrício Maciel Soares, médico geneticista (CRM-DF 31124 / RQE 22393).

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